Maquiagens: Realidade aumentada no varejo

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Realidade aumentada no varejo. Resolvi experimentar algumas makes antes de comprar. 😆

Em 2013, participei de um projeto de AR para a Nike. Fizemos um mini estande em parceria com a Microsoft para lançar a camisa da seleção do Brasil, na Praia de Copacabana…

A ideia era simples: Ter um estande, onde as pessoas entravam e vestiam virtualmente a nova camisa, recebendo as fotos em seus e-mails + postagem no facebook (veja meu exemplo nos comentários).

MAS a execução foi punk: Lembro dos perrengues e da tensão total nas 24h antes da abertura do evento, pois tudo funcionou muito bem na agência até ir para a realidade. Por exemplo, tente rodar um Kinect na praia e vai perceber que por mais sombra que exista, o sensor não funciona por conta da quantidade de raios UV… depois de quebrarmos muito a cabeça (e o projeto quase morrer na praia, literalmente), a solução foi usar um pedaço de insulfilm na lente do sensor.

E hoje, quase 5 anos depois, a maioria dos celulares já vem com a tecnologia embutida (que funciona com ou sem claridade e, inclusive, faz o mapeamento em 3D).

Goldman Sachs estima que este mercado (AR, VR e mixed reality) vai ultrapassar os USD 100 bilhões até 2025… e assim caminhamos com a constante evolução.

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